Dia mundial sem carro em Curitiba

Deu na CBN.

As bicicletas são o veículo mais lembrado por quem aderiu ao Dia Mundial sem Carro

Rafael Porto – 22/09/2008

Seja para manter a forma, economizar combustível ou ajudar a preservar o meio-ambiente, trocar o carro ou a moto pela bicicleta é uma opção cada vez mais levada em conta pelos curitibanos. A prova disso é a grande procura que as bicicletas ainda têm no mercado. A família de Jaime Nunes da Silveira Filho trabalha com comércio de bicicletas desde 1956. Segundo ele, a explosão nas vendas aconteceu no meio da década passada, mas continua estável desde então.

Segundo o vendedor, ele chega a vender quase 300 bicicletas por mês. O preço de uma varia de R$ 250,00 até R$ 4.500,00.
Todos os candidatos a prefeito de Curitiba possuem propostas com relação às bicicletas. Bruno Meirinho, do Psol, fala em criar ciclovias verdadeiras, sem compartilhar o espaço com outros veículos. Beto Richa, do PSDB, fala em criar ciclovias e ciclofaixas para aumentar a adesão de pessoas que pedalam para ir trabalhar, e não apenas por lazer. Carlos Moreira, do PMDB, defende a construção de mais ciclovias para trabalho e lazer. Fábio Camargo, do PTB, diz que vai criar um órgão especial só para cuidar das ciclovias da cidade. Gleisi Hoffmann, do PT, promete aumentar em 160 km a linha de ciclovias. Lauro Rodrigues, do PT do B, cita a necessidade de melhor iluminação nas ciclovias. Maurício Furtado, do PV, fala em criar ciclovias ao lado das canaletas dos ônibus biarticulados. E Ricardo Gomyde, do PC do B, promete melhorias nas ciclovias.

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