Luto


Eu me junto aos ciclistas e cicloativistas de São Paulo no luto pela morte, por atropelamento, de Márcia Regina de Andrade Prado. Recebi a noticia através do comentário feito pelo Pedalante.

Não há o que comentar! Só o fato de saber que o motorista, que cometeu este ato, jamais será responsabilizado, dá uma tristeza danada. Aos amigos e familiares da Márcia, os meus sentimentos.

Faço minha as palavras do Mário:

O motorista do ônibus disse à imprensa que tem a consciência tranquila e não sente nenhuma culpa, que foi uma fatalidade. Errado. O Código de Trânsito estabelece distância obrigatória mínima de 1,5 metro entre veículos. Com base na lei, ele é um criminoso. Cometeu homicídio culposo. Mas e o que se fará com os milhares de outros bárbaros que praticam a tal manobra impunemente todos os dias? De que maneira mudarão seu comportamento, num local onde a educação e a fiscalização são tão ineficazes? Todo ciclista urbano pode contar pelo menos uma história de agressão por ônibus, além das dezenas de pequenas más educações de cidadãos motorizados de todo tipo que testemunhamos, a cada saída nossa para a rua.

Repercussão:

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