Pedal dos 30 mil km: Gran Fondo 10

Ontem saí com o Bixo e o Laurindo (caloi 10) para mais um Gran Fondo, e acabei virando 30 mil km desde que comecei a pedalar em 2007, tudo registrado em planilha, claro. O destino foi a sempre convidativa estrada Dom Pedro, até o mirante para comer um pastel.

Saímos de Curitiba passado das sete e quinze e sol já estava alto, dando mostras de como seria o dia. Ao chegarmos perto do viaduto do Contorno Sul algumas nuvens começaram a tapar o sol e, para a nossa sorte, deixar a temperatura agradável. Pedalar pelo contorno é uma experiência muito boa, dado a qualidade do asfalto no acostamento e o respeito dos motoristas, de um modo geral. Fomos nos revezando e batendo papo até chegar na entrada da estrada.

Gran Fondo 10

O sol já estava começando a esquentar mas os quilômetros passavam rapidamente e só faltava um pedaço de paralelepípedo para chegarmos no entroncamento. Dava para ver que sobre a serra havia neblina, mas qual não foi nossa surpresa ao entrar na neblina, já na estrada da Graciosa! Estava tão forte que ficamos molhados e a visibilidade quase a zero. As duas fotos mostram bem a situação!

Gran Fondo 10

Paramos no mirante, que desta vez não mostrava nada, comemos os pastéis e voltamos. Encontramos mais dois ciclistas de São José que também resolveram fazer um caminho diferente: todos voltamos pela BR-116, ate o Contorno, para ver como estava a estrada. Conclusão: é uma opção, apesar do asfalto no acostamento estar ruim e do alto tráfego de caminhões. Em termos e quilometragem dá quase a mesma coisa, mas acredito que tenha menos acumulado de subidas.

Logo nós estávamos pedalando no Contorno, agora no bom asfalto e com um calor de matar. No meu Edge estava marcando 35 ºC, depois vi no Simepar que a temperatura chegou aos 32 graus oficiais. Voltamos pela estrada da Roseira, para fazer quilometragem e na Rui Barbosa a dupla de São José foi para casa. Seguimos até o posto em frente ao Centro Politécnico e dali o Laurindo voltou para casa. Eu segui por mais algumas ruas porque ainda não tinha conseguido os 130 km.

A volta, depois que entramos na BR-277, foi difícil para mim. O calor me acaba e a desidratação se dá de forma muito rápida. Ao parar no ponto de ônibus, quase em frente a Coca-Cola, eu já estava sentindo calafrios. Tomei o resto de água, deixei a pulsação baixar e seguimos até o posto. Ali tomei uma Malzbier e meio litro de água mineral, quase sem parar. Segui em frente me sentindo melhor. O duro é que o calor só está começando!

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