Terça de carnaval: Marcelino

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Manhã cedo, em plena terça de carnaval, a cidade estava morta. Temperatura por volta dos 14 °C, frio para um dia de verão, mas muito agradável para um pedal. Destino: Colônia Marcelino, a mesma de outros pedais (aqui e aqui). O Jaiderson, agora equipado com GPS, estava todo faceiro, só que o raio do mapa não tinha as estradas municipais e ele insistia em nos mandar para a BR-376.

Pegamos a direção da Colônia Zacarias e saímos na estrada da Cachoeira, logo abaixo do Patronato Sto. Antonio. Até aqui o trecho é todo asfaltado, sem nenhuma emoção. Ao continuarmos pela estrada da Cachoeira já deu para ver o que viria pela frente: os caminhões que puxam areia ou saibro estavam trabalhando a todo vapor e transitam por ali muito acima da velocidade permitida, levantando uma poeira daquelas, além de tão pouco, respeitarem os viventes que se metem por ali com uma bicicleta. Um pouco antes de chegarmos à ponte do rio Cotia, passaram dois caminhões, ocupando toda a pista e nos jogando para o lado. O segundo vinha atrás, no meio do poeirão, com os faróis acesos, às cegas. Imagino se tivéssemos nos encontrado sobre a ponte, que é estreita. Depois que enchem as ruas com lombadas, reclamam. Agora que vão asfaltar a estrada, vai ser um Deus nos acuda.

Seguimos em frente. A prefeitura de São José colocou placas de sinalização em todas as estradas rurais. Ficou muito bom, inclusive nominando os diversos rios e arroios. Pena que algumas estejam mal posicionadas 😉

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Exatamente aí é uma bifurcação, mas a estrada principal segue à direita. Por causa da sinalização nova, resolvemos entrar em uma estrada secundária e descobrimos um caminho alternativo muito bom, com pouco tráfego, apesar de uma mineradora.

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Este caminho corta por trás da localidade chamada Cotia, e permite outras derivações, que ainda vamos explorar. A região tem poucas casas, e muitas plantações. Boa parte da estrada fica coberta pela mata, formando um túnel verde com muita sombra. Alguns sítios são muito bonitos.

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Manhã cedo, em plena terça de carnaval, a cidade estava morta. Temperatura por volta dos 14 °C, frio para um dia de verão, mas muito agradável para um pedal. Destino: Colônia Marcelino, a mesma de outros pedais (aqui e aqui). O Jaiderson, agora equipado com GPS, estava todo faceiro, só que o raio do mapa não tinha as estradas municipais e ele insistia em nos mandar para a BR-376.

Pegamos a direção da Colônia Zacarias e saímos na estrada da Cachoeira, logo abaixo do Patronato Sto. Antonio. Até aqui o trecho é todo asfaltado, sem nenhuma emoção. Ao continuarmos pela estrada da Cachoeira já deu para ver o que viria pela frente: os caminhões que puxam areia ou saibro estavam trabalhando a todo vapor e transitam por ali muito acima da velocidade permitida, levantando uma poeira daquelas, além de tão pouco, respeitarem os viventes que se metem por ali com uma bicicleta. Um pouco antes de chegarmos à ponte do rio Cotia, passaram dois caminhões, ocupando toda a pista e nos jogando para o lado. O segundo vinha atrás, no meio do poeirão, com os faróis acesos, às cegas. Imagino se tivéssemos nos encontrado sobre a ponte, que é estreita. Depois que enchem as ruas com lombadas, reclamam. Agora que vão asfaltar a estrada, vai ser um Deus nos acuda.

Seguimos em frente. A prefeitura de São José colocou placas de sinalização em todas as estradas rurais. Ficou muito bom, inclusive nominando os diversos rios e arroios. Pena que algumas estejam mal posicionadas 😉

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Exatamente aí é uma bifurcação, mas a estrada principal segue à direita. Por causa da sinalização nova, resolvemos entrar em uma estrada secundária e descobrimos um caminho alternativo muito bom, com pouco tráfego, apesar de uma mineradora.

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E claro, Marcelino é um show a parte. Apesar de próximo às igrejas não ter sequer um boteco, a calma do lugar é relaxante. Dá até vontade de ficar por ali.

Como sempre faço quando vou até Marcelino, tirei foto da igreja Ucraniana (Igreja da Santíssima Trindade). O Jaiderson comentou que será construída uma nova igreja, o que pode ser lido aqui.

Encontrei esta foto da maquete, e pelo visto, vai ser muito bonita.

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Como ainda vai demorar, aqui vai uma foto da atual, que eu gosto muito.

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No lago, que fica entre as duas igrejas, uma foto das valentes.

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A volta foi pela estrada que passa ao lado da Igreja de São Pedro, que desta vez não foi fotografada. É um bom caminho, mas já está na hora de explorar outras possibilidades. Ele leva até Roseira de Campo Largo, e depois, até Campo Largo da Roseira. Caminho tranqüilo, já perto de São José, encontramos um piá fazendo graça com a sua magrela.

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