Witmarsum: Gran Fondo 5

Witmarsum Gran fondo 5Finalmente eu consegui completar um Gran Fondo, um desafio mensal que o Strava criou e que deve ter 130 km, no mínimo. Em março foi 160 km, portanto, não há uma norma. De um modo geral, Gran Fondo são competições de bicicleta com uma certa quilometragem, normalmente com muitos ciclistas e geralmente percorrendo cenários bonitos, como foi o caso do pedal de ontem para Witmarsum. No caso éramos apenas 4 que faríamos todo o trajeto (o Arce queria voltar mais cedo), mas até o momento que escrevo, no Strava tem 51.177 participantes! Cada um em sua cidade, mas mesmo assim é respeitável a quantidade de ciclistas que participam dete Gran Fondo virtual.

E o dia começou bonito, as fotos do Parque Barigui não me deixam mentir, a temperatura por volta dos 15 ºC não era muito frio e quase sem vento.

Witmarsum Gran fondo 5

Marcamos a saída do Parque Barigui às 7:30 e logo o pessoal foi chegando: o Arce, por primeiro e depois o trio que veio de São José dos Pinhais: Valter, Fabrício e Josmar. Este último de MTB aro 29″.

Witmarsum Gran fondo 5

O primeiro trecho foi tranquilo, com uma parada no Jusita para o Fabrício remendar sua câmera de ar, pois havia furado duas enquanto vinha para o pronto de encontro. Uma água de coco e um pão de queijo depois seguimos em direção a Serra de São Luiz do Purunã. Como o movimento de carros estava pequeno, devido ao feriado, a subida foi tranquila. Consegui colocar um ritmo maior e desta vez quebrei meu recorde pessoal. Nada mal!

Witmarsum Gran fondo 5

Lá no pedágio esperamos a tropa se reagrupar e dali o Arce voltou solo para Curitiba. Nós quatro seguimos para a Colônia Witmarsum. Vocês irão dizer que falta um na foto, mas o Josmar vinha fazendo o seu ritmo e não saiu na foto!

Witmarsum Gran fondo 5

Fizemos o caminho pela BR-277, via Palmeira, para dar a volta quando fôssemos embora. Dali até a confeitaria Kliewer é um sobe e desce danado, mas seguimos descendo. A estrada que liga a BR até a colônia é de uma beleza indescritível. Já fiz essa estrada várias vezes de moto e agora é a segunda vez de bicicleta. Vale a pena passar por ali e para em algum dos vários cafés coloniais que têm na região.

Witmarsum Gran fondo 5

Na confeitaria estava lotada com os motociclistas que aproveitaram o dia de sol e foram tomar uma café. Até aquele momento tinha sol, mas depois que comemos e descansamos um pouco, na hora de voltar o tempo fechou e ficou frio. Eu não havia levado nenhuma roupa pra frio, estava de manga curta e bermuda e comecei a ficar preocupado. Se não é o sol de rachar que me desidrata é o frio! Para a minha sorte o tempo encoberto ficou só até a serra.

Na descida para Curitiba já dava para avistar que o céu estava encoberto mas com sol. E lá embaixo estava mesmo quente! Esperamos o Josmar e saímos em três para descer a serra. Agora teríamos 10 km de descida, pena que o vento segurou a velocidade, mas pelo menos não precisa pedalar!

Parei para comprar água, junto como Fabrício, e o Valter passou por nós sem nos ver. Alguns quilômetros à frente nos reencontramos novamente e dali seguimos juntos até o Barigui. Claro que uma parada para um caldo de cana seria feita. E que caldo de cana! Já era por voltas das três horas da tarde, sem almoço, só o lanche na confeitaria, o gel, as paçoquinhas, o pão de queijo e mais nada. Ah, sim, muita água. Nesta hora o caldo de cana é sensacional, desce muito bem.

Segui com os dois pela canaleta e nos separamos na praça Rui Barbosa, eu em direção ao Passeio Público e os dois para São José! O Josmar, que não estava muito atrás, cortou caminho e seguiu direto para a sete de setembro.

Assim foi o dia, com um bom pedal, clima bom e companhia sensacional. Conquistei o Gran Fondo, o que não significa muita coisa, mas foi o objetivo do dia o que me deu muito prazer em alcançar e terminar o pedal me sentindo fisicamente muito bem. Obrigado pessoal!

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