Pedal de domingo

Na tentativa de voltar a forma que eu tinha no primeiro semestre de 2009, ontem fizemos mais um pedal. Tamanho da epopeia: míseros 66 km.

Marcamos o encontro para a praça do Japão e chegando lá logo os companheiros de pedal apareceram: Leandro, Jonatan, Fabrício, Luqueta, Marcelo, João, Christian e eu.

A tropa, pronta para partir.

Saímos da praça do Japão em direção a represa do Passaúna, por onde entraríamos em Campo Largo, pela localidade de Ferraria. Nesta direção eu somente havia pedalado nas proximidades da represa, onde fui com a Patrícia. E gostei muito da região. Acostumado com a topografia de São José dos Pinhais, a região ao norte de oeste de Curitiba é cheia de morros. Muito bom! E a paisagem é também muito bonita.

Uma das belas igrejas da região.

Alguns dos companheiros de pedal também me eram desconhecidos, agora a turma esta maior. Pedalamos em um bom ritmo, o Fabrício e eu à frente, mas tenho sentido um pouco, sem muita resistência quando o assunto é subida. E como tinham subidas naqueles lados.

Casarão abandonado, que pena!

Este belo casarão (de quem será?) abandonado à margem da estrada da Colônia Rebouças contrasta com as belas casas que encontramos já bem perto da Rondinha, em uma estrada que mais bem parece um pedaço da Europa, segundo o Leandro, Monar estrada da Sereia. Tinha até uma chácara com o sugestivo nome Adler Schloss!

Sossego!

Logo saímos na BR-277 e paramos na Salada de Frutas, um quiosque à margem da rodovia que vende queijos, salames e uma deliciosa salada de frutas. Não conhece? Então experimente, eu recomendo!

Um pouco antes da subida de Polícia Rodoviária Federal, pegamos um acesso à direita, para escapar da longa e tediosa subida da BR, para pegar uma curta e odiosa subida em estrada de terra! De qualquer forma, muito melhor do que andar na beira do asfalto. Esta estrada acaba bem próximo dos guardas, onde voltamos ao asfalto.

Leandro, Cristian e João

Logo chegamos ao parque Barigui e a civilização. Parada na sombra para a turma se reagrupar e decidir o que fazer.
Cortamos pelo parque, até os estacionamentos para tomar uma água de coco ou caldo de cana, conforme a preferência.

Não somos os Sombras biker, mas também gostamos de uma!

No Barigui, como não podia deixar de ser, um mar de gente se exercitando, invadindo a ciclovia, enfim, fazendo exercícios. Já no estacionamento…

No Barigui é sempre assim!

Pedal concluído, 66 km de boa companhia, algumas subidas, asfalto e terra. Este pedal inaugura as minhas explorações para estes lados de Curitiba, agora que estou morando bem no centro da cidade, Passeio Público.

Fotos: aqui e aqui.

GPS:

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