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	<title>Pedaleiro</title>
	
	<link>http://pedaleiro.com.br</link>
	<description>Mountain bike, ciclismo e pedalices.</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 13:02:10 +0000</pubDate>
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		<title>Use capacete!</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 13:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vale a pena lembrar: use sempre o capacete!

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>Vale a pena lembrar: use sempre o capacete!</p>
<p><img src="http://pedaleiro.com.br/wp-content/uploads/2009/01/bike_helmet.jpg" alt="bike_helmet" title="bike_helmet" width="500" height="367" class="aligncenter size-full wp-image-2525" /></p>
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		<title>Dicas para um bom pedal</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 08:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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Este texto foi escrito por Daniel Balsa, da revista  Prólogo, com o auxílio de Cleber Anderson, da Anderson Bicicletas, e pelo treinador Rodrigo Taddei, da Limiar Assessoria Esportiva.
Verificar a bike
Antes de subir em sua bicicleta, você deve sempre fazer uma vistoria nela. Analisar as condições dos pneus, dos freios, das marchas, do guidão e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>Este texto foi escrito por Daniel Balsa, da revista  <a href="http://prologo.uol.com.br">Prólogo</a>, com o auxílio de Cleber Anderson, da Anderson Bicicletas, e pelo treinador Rodrigo Taddei, da Limiar Assessoria Esportiva.</p>
<h2>Verificar a bike</h2>
<p>Antes de subir em sua bicicleta, você deve sempre fazer uma vistoria nela. Analisar as condições dos pneus, dos freios, das marchas, do guidão e dos componentes em geral é imprescindível. Regule o que for necessário e lubrifique as engrenagens com algum óleo especial quando for preciso.</p>
<h2>Segurança</h2>
<p>Nunca deixe de usar capacete. Segundo as estatísticas, a maioria das mortes do ciclismo é causada por pancadas na cabeça. “Este equipamento é fundamental. Procure comprar um que o casco seja injetável na estrutura e que tenha a aprovação da norma mundial”, disse Cleber Anderson, da Anderson Bicicletas.</p>
<h2>Óculos e luvas</h2>
<p>Para evitar que insetos, galhos de árvores, poeira e detritos em geral possam machucar seu olho use sempre um óculos. As luvas protegem as mãos, que tocam primeiro o solo em caso de quedas. Estes itens são importantes para sua segurança, assim como os faróis, caso sua pedalada seja durante a noite.</p>
<h2>Noções de mecânica</h2>
<p>Aprenda a consertar sua bike, não apenas visando economizar com um profissional, mas, principalmente, para salvar seu passeio ou treino. Um câmbio torto, um freio desajustado, um pneu furado podem acabar com sua brincadeira. Se não souber como proceder nestes casos, terá de voltar à pé. “Um curso de mecânica emergencial é o mínimo que deve ser feito”, comentou Anderson.</p>
<h2>Pneus</h2>
<p>Sempre tenha consigo um kit para trocar ou remendar seu pneu em caso de furo. Leve uma ou duas câmaras reservas e também espátulas, para remover o pneu da roda. Não se esqueça de uma bomba de ar.</p>
<h2>Hidratação</h2>
<p>Quanto mais leve for sua bicicleta, melhor será seu rendimento. Mas se tem um peso que você não pode deixar de carregar é o da sua caramanhola cheia de água ou <a href="http://pedaleiro.com.br/2007/02/18/bebidas-isotonicas/">isotônico</a>. Não economize na hidratação: procure se hidratar a cada 15 minutos, tomando um bom gole de água ou isotônico. Se for fazer um treino longo, leve mais garrafinhas. Caso ache necessário, porte um camelbacks, aquelas mochilas com recipiente para colocar líquidos, e leve géis de carboidratos e barras de proteínas.</p>
<h2>Vestimenta</h2>
<p>As roupas justas são mais aerodinâmicas e os movimentos ficam mais livres, além da pele ficar mais protegida. Escolhe roupas de material sintético, que são mais leves e voltadas especificamente para atividades esportivas. “Nesta parte você deve fazer um investimento um pouco maior, principalmente nas bermudas. Escolha aquelas nas quais o forro seja de material com rápida absorção”, contou Cleber Anderson.</p>
<p>Como parte de segurança, opte por vestimentas mais coloridas e chamativas, ficando mais <strong>visível</strong> aos motoristas.</p>
<h2>Nunca confie na previsão do tempo</h2>
<p>Se você está disposto a treinar, independentemente do clima, passe um protetor solar e leve uma capa de chuva ou jaqueta quebra-vento impermeável. Não se arrisque a enfrentar um temporal ou um forte sol sem estar prevenido.</p>
<h2>Planejamento em seu treino</h2>
<p>Este é o ponto inicial e principal antes de estipular uma meta. Assim que você definiu um objetivo, deve saber como vai alcançá-lo. “Nesta fase, é muito importante conversar com algum treinador ou um ciclista com mais rodagem para estipular os treinos e os caminhos para você chegar à sua meta”, disse o treinador Rodrigo Taddei, da Limiar Assessoria Esportiva.</p>
<h2>Persistência e motivação</h2>
<p>Persistir é muito importante para você seguir seu cronograma de treinamento e estar motivado para treinar é um outro passo para seu objetivo. Quando bater aquela vontade de não pedalar, pense que sua meta ficará mais distante. Desista deste <strong>negativismo</strong> e insista em seu treino. “O fato de estar motivado já vale 20% a 30% do desempenho”, comentou o treinador.</p>
<h2>Pazer em pedalar</h2>
<p>Mas também não adianta levar o ciclismo apenas como uma forma de se manter ativo se não tiver prazer. Nestes casos, procure um outro lugar para pedalar. Se possível, chame os amigos para te acompanhar. “Antes de mais nada, a pessoa tem de gostar de treinar. Claro que em alguns dias a disposição é menor, mas os treinamentos devem ser prazerosos para o ciclista”, finalizou Taddei. </p>
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		<title>Registre suas trilhas</title>
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		<comments>http://pedaleiro.com.br/2009/01/06/registre-suas-trilhas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 07:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<category><![CDATA[Fotos]]></category>

		<category><![CDATA[gettagged]]></category>

		<category><![CDATA[GPS]]></category>

		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a proliferação dos GPS todo usuário tem inúmeras trilhas percorridas ou a percorrer. O problema é guardá-las de forma ordenada, poder anexar comentários e fotos em seu computador. Um usuário experiente do Google Earth pode fazer isto, inclusive anexar fotos geo-etiquetadas (geotagged), mas ao usuário comum sobra salvar os arquivos em gpx e guardar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proliferação dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_Posicionamento_Global">GPS</a> todo usuário tem inúmeras trilhas percorridas ou a percorrer. O problema é guardá-las de forma ordenada, poder anexar comentários e fotos em seu computador. Um usuário experiente do <a href="http://earth.google.com/intl/pt/">Google Earth</a> pode fazer isto, inclusive anexar fotos geo-etiquetadas (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Geotagging">geotagged</a>), mas ao usuário comum sobra salvar os arquivos em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/GPX_(data_transfer)">gpx</a> e guardar. Já imaginou a bagunça quando tiver 100 arquivos nomeados por data de saída?</p>
<p>Opções para facilitar a vida existem. </p>
<h3>Bikely</h3>
<p>O primeiro que usei foi o <a href="http://www.bikely.com/">Bikely</a>. Interface simples, feita sobre a <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/earth/">API do Google Earth</a>, você pode desenhar e baixar suas trilhas para o seu GPS, bem como subir as trilhas feitas. Suas trilhas ficam registradas e são públicas (se permitir), onde outras pessoas podem incluir comentários. Conta com um sistema de buscas, mas a indexação das trilhas só pode ser feita se máquina de busca encontrar o município pelo qual você andou. Quando eu ainda não tinha um GPS fiz muitas trilhas lá. Procure pelo usuário <a href="http://www.bikely.com/listpaths/by/Renato">Renato</a>.</p>
<h3>Trailguru</h3>
<p>Descobri recentemente o <a href="http://www.trailguru.com/wiki/index.php/Main_Page">Trail Guru</a>. E gostei! Interface simples, roda em cima da API do Google Earth e do <a href="http://mediawiki.org/">MediaWiki</a>, o que facilita a vida de quem já está acostumado com a sintaxe dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wiki">wikis</a>. Como o anterior, ele permite desenhar as rotas, mas a principal vantagem é poder subir as trilhas direto do GPS através do seu navegador, utilizando para isto um <a href="http://www8.garmin.com/products/communicator/">plugin (Garmin Communicator)</a> fornecido pela <a href="http://www.garmin.com/">Garmin</a>. </p>
<p>O <a href="http://www.trailguru.com/wiki/index.php/Main_Page">Trail Guru</a> tem a vantagem de indexar as suas trilhas e, a partir do arquivo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/GPX_(data_transfer)">gpx</a>, que você subiu, ele calcula várias estatísticas daquela rota:</p>
<div id="attachment_2502" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://pedaleiro.com.br/wp-content/uploads/2009/01/trailguru.png"><img src="http://pedaleiro.com.br/wp-content/uploads/2009/01/trailguru_500px.png" alt="Clique na imagem para ampliar." title="trailguru_500px" width="500" height="376" class="size-full wp-image-2502" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliar.</p></div>
<p>Na página da trilha você pode editar e acrescentar fotos e comentários que ficarão arquivados juntos. Veja um exemplo nesta trilha: <a href="http://www.trailguru.com/wiki/index.php/Track:2U3X">Castelhanos</a>. Você deve ter visto que o Trailguru informa o perfil altimétrico, a velocidade por trecho e a velocidade média.</p>
<p>Você pode, também, procurar trilhas públicas e baixá-las para o GPS/computador e fazê-las com bem entender.</p>
<p>Desvantagem: as vezes a leitura do arquivo não sai perfeita e as estatísticas se perdem. Já aconteceu comigo. Abri a trilha no <a href="http://www.gpstm.com/index.php?lang=port">Trackmaker</a> e não havia nada errado. Mas durante a importação alguma coisa se corrompe. Se preferir você pode baixar a trilha para seu computador e gerar um arquivo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/GPX_(data_transfer)">gpx</a>, para subi-lo mais tarde no <a href="http://www.trailguru.com/wiki/index.php/Main_Page">Trail Guru</a>.</p>
<p>O <a href="http://www.trailguru.com/wiki/index.php/Main_Page">Trail Guru</a>, informa semanalmente, por e-Mail, o seu desempenho, com a quilometragem, altitude acumulada, etc. No site existe um ranking das trilhas do mês para as diversas modalidades, pois o mesmo não é exclusivo para ciclistas: montanhistas, pedestrianismo, trekking, viagens de carro e moto, esqui, cavalgadas, etc.</p>
<h3>Every Trail</h3>
<p>Descobri hoje. Semelhante ao <a href="http://www.trailguru.com/wiki/index.php/Main_Page">Trail Guru</a>, o <a href="http://www.everytrail.com/">EveryTrail</a> também usa a <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/earth/">API do Google Earth</a>, mas difere no restante, com uma interface bastante distinta, mas muito amigável. Permite a inclusão de fotos, comentários. Também mostra algumas estatísticas, mas em tamanho menor. Como não sou usuário do <a href="http://www.everytrail.com/">EveryTrail</a> não posso comparar os dois aplicativos. Mas vale a pena conferir.</p>
<h3>GPSies</h3>
<p>O <a href="http://www.gpsies.com/home.do">GPSies</a> tem a interface toda traduzida e também utiliza a <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/earth/">API do Google Earth</a>. Apresenta estatísticas de forma mais simplificada e permite subir e criar trilhas, bem como procurar trilhas próximas e baixá-las para o GPS/computador. Veja um exemplo que subi do GPS: <a href="http://www.gpsies.com/map.do?fileId=fbzfirvnqwzjquon">São José - Tijucas</a>. Meu usuário: <a href="http://www.gpsies.com/mapUser.do?username=pedaleiro">Pedaleiro</a>.</p>
<p><iframe src="http://www.gpsies.com/mapOnly.do?fileId=fbzfirvnqwzjquon" width="450" height="300" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" title="GPSies - São José dos Pinhais - Tijucas do Sul"></iframe></p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A escolha é sua! De todos, o meu preferido é o <a href="http://www.trailguru.com/wiki/index.php/Main_Page">Trail Guru</a>, principalmente pela forma de indexação e construção de comentários. Mas todos são concorrentes de peso, cabendo a você escolher o que melhor se adapta as suas características. Para os usuários de iPhone, o <a href="http://www.trailguru.com/wiki/index.php/Main_Page">Trail Guru</a> e o <a href="http://www.everytrail.com/">EveryTrail</a> tem um aplicativo para &#8220;transformar&#8221; o celular em GPS, claro, se onde você andar tiver recepção de celular. A grande vantagem é que você navega em cima do <a href="http://earth.google.com/intl/pt/">Google Earth</a>!</p>
<p>Divirtam-se!</p>
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		<title>Calendário do Brasileiro de Mountain Bike</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 17:33:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

		<category><![CDATA[ciclismo]]></category>

		<category><![CDATA[mountain bike]]></category>

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		<description><![CDATA[A Confederação Brasileira de Ciclismo divulgou o pré-calendário para 2009 da modalidade Mountain Bike.
Calendário MTB 2009
Janeiro
25 - Down Hill Urbano - Santos(SP)
Fevereiro
28 - Copa Nordeste de MTB – Gravatá (PB)
Março
1º - Copa Sul Minas de MTB Nitro 1ª Etapa Minas Gerais(MG)
8 - Campeonato Interestadual de SP 1ª Etapa Vinhedo (SP)
8 - Trip Trial Pedal na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.cbc.esp.br/">Confederação Brasileira de Ciclismo</a> divulgou o pré-calendário para 2009 da modalidade Mountain Bike.</p>
<h2>Calendário MTB 2009</h2>
<p>Janeiro<br />
25 - Down Hill Urbano - Santos(SP)</p>
<p>Fevereiro<br />
28 - Copa Nordeste de MTB – Gravatá (PB)</p>
<p>Março<br />
1º - Copa Sul Minas de MTB Nitro 1ª Etapa Minas Gerais(MG)<br />
8 - Campeonato Interestadual de SP 1ª Etapa Vinhedo (SP)<br />
8 - Trip Trial Pedal na Serra de MTB - Sobradinho(DF)<br />
15 - 101 Anos Frevo - Recife mandou me chamar - Aldeia/Camaragibe(PE)<br />
22 - GP MS de MTB Cross Country - Campo Grande (MS)<br />
18 a 22 - Campeonato Pan-Americano de MTB - Santiago (Chile)</p>
<p>Abril<br />
5 - Copa Internacional Sundown de MTB - 1ª Etapa - Arajá (MG)<br />
11 e 12 - Down Hill de São Vendelino - São Vendelino (RS)<br />
12 - VI 70 Km MTB de Ceilândia Águas Lindas (DF)<br />
19 - Escalada da Serra do Mar - Joinville(SC)<br />
20 - Copa Santa Catarina de MTB - Santa Catarina<br />
26 - II Open Festival da Farinha Nova (PE)<br />
26 - Campeonato Interestadual de SP 2 ª Etapa - Águas de São Pedro(SP)</p>
<p>Maio<br />
3 - Copa Inconfidentes - 1ª Etapa - Minas Gerais<br />
17 - GP 27 anos de emancipação de Camaragibe Aldeia /Camaragibe (PE)<br />
24 - Copa Sul Minas de MTB Nitro 2 ª Etapa Minas Gerais<br />
31 - Campeonato Interestadual de SP 3 ª Etapa - Local a definir</p>
<p>Junho<br />
7 - Copa Internacional Sundown de MTB - 2 ª Etapa Ouro Brarnco (MG)<br />
13 e 14 - Down Hill de Itabirito - Itabirito (MG)<br />
28 - Copa Inconfidentes - 2 ª Etapa Mariana (MG)<br />
28 - Campeonato Brasileiro - Local a definir</p>
<p>Julho<br />
5 - Alto´s Eco Festival - Altos (PI)<br />
12 - Campeonato Brasileiro - Local a definir<br />
18 e 19 - VII Corrida Ciclística Macapá de MTB - Macapá(AP)<br />
25 e 26 - GP Jaciara de Cross Country - Jaciara(MT)<br />
26 - Ultra Maratona de MTB -Caminho da Fé Paraisópolis(MG)</p>
<p>Agosto<br />
2 - Copa Inconfidentes - 3 ª Etapa - Minas Gerais<br />
9 - Copa Sul Minas de MTB Nitro 3ª Etapa - Minas Gerais<br />
15 - Inox Bike - Timóteo (MG)<br />
23 - Copa Internacional Sundown de MTB - 3 ª Etapa - Desafio Internacional de Maratona - Congonhas(MG)<br />
23 - Campeonato Mundial - Graz (Austrália)<br />
25 a 31 - Campeonato Mundial - Praloup (França)<br />
30 - Sul Brasileiro DHI - Botuverá (SC)</p>
<p>Setembro<br />
1 a 6 - Campeonato Mundial Canberra(Austrália)<br />
6 - Batalha Bode Bike - Batalha(PI)<br />
12 e 13 - Down Hill Carlos Barbosa - Carlos Barbosa (RS)<br />
27 - Campeonato Brasileiro</p>
<p>Outubro<br />
8 a 11 - XI Volta de Santa Catarinade MTB - Santa Catarina<br />
17 e 18 - Iron Bike Brasil - Minas Gerais<br />
18 - GP 28 anos da FAC - Macapá (AP)<br />
25 - Maratona MS de MTB - Campo Grande(MS)</p>
<p>Novembro<br />
1º - GP Barra do Garças de Cross Country - Barra do Garças (MT)<br />
15 - II Marathon de MTB - Macapá (AP)<br />
29 - GP Platinum FPC - Aldeia/Camaragibe(PE)</p>
<p>Dezembro<br />
12 e 13 - V Down Hill de Galópolis - Caxias do Sul (RS) </p>
<p><strong>Atenção</strong> Não assumimos quaisquer responsabilidades pelas informações prestadas acima. Consulte, sempre, o site da <a href="http://www.cbc.esp.br/">CBC</a> ou da sua federação.</p>
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		<title>Livros</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 08:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[A bicicleta está cada vez mais presente na mídia. Este texto saiu no JB online e fala como o autor vê a bicicleta. Recomenda dois livros, ambos em francês. Já repararam que existem pouquíssimos livros, que falam sobre bicicletas, em português? É muito difícil achar uma tradução, até filmes as locadoras não mantem no acervo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A bicicleta está cada vez mais presente na mídia. Este texto saiu no <a href="http://jbonline.terra.com.br/">JB online</a> e fala como o autor vê a bicicleta. Recomenda dois livros, ambos em francês. Já repararam que existem pouquíssimos livros, que falam sobre bicicletas, em português? É muito difícil achar uma tradução, até <a href="http://magliarosa.wordpress.com/2008/10/28/177-filmes-com-bicicletas/">filmes</a> as locadoras não mantem no acervo. Os poucos livros que temos são sobre cicloturismo, igualmente importantes, mas sinto falto daqueles textos que mostrem a nostalgia das grandes provas, ou então, um história onde a bicicleta seja fortemente destacada. Conhece algum livro? Deixe nos comentários o título ou faça uma pequena resenha.</p>
<p></p>
<blockquote>
<h5>Felipe Fortuna, colunista, JB Online</h5>
<p>RIO - Saio por aí pedalando: a bicicleta é meu veículo ideal. Duas rodas que me transportam pelo verão e riscam no solo, sem controle, uma sucessão de símbolos do infinito. Assim passo, vento no rosto, e o corpo a comandar a máquina, finalmente.</p>
<p>Andar de bicicleta é um instante, sempre um instante. Numa curva ou numa reta, descobre-se no tempo aquele dia no qual foi possível manter o equilíbrio pela primeira vez. Aos poucos, deixa-se de prestar atenção nas rodas, no caminho e nos mecanismos – e surge a paisagem, acompanhada de outros ciclistas, como lembra uma balada de Vinicius de Moraes na qual surgem “Enxames de namoradas / Ao sol de Copacabana/ Centauresas transpiradas/ Que o leque do mar abana!”.</p>
<p>Há muito tempo busco o ar livre dos fins de semana. Em Londres, as estações mais quentes vêm acompanhadas de roteiros bem planejados que ensinam a atravessar bosques, beiras de rios, pequenas cidades e vilarejos. Em solidariedade, já me juntei a mais de mil ciclistas e chegamos a Brighton, a Oxford, a Cambridge, com paradas em pubs e interrupções humanistas para socorrer uma bicicleta com pneu furado ou reparar uma correia arrebentada. Em Moscou, cidade com trânsito agressivo e sem cultura ciclística, apenas sigo às margens do rio até o parque da universidade, e ali faço as curvas que me levam ao parque Gorky, de onde, apreensivo, volto para casa.</p>
<p>No Rio de Janeiro é mais simples: a palavra orla, por si, estimula o passeio à bicicleta, como um antigo poema concreto que ainda rola. Novo no velho. Velocidade. Agora se pode pedalar pela cidade com o sistema público de bicicletas, excelente ideia inspirada pelo sistema Vélib, que reinaugurou o ciclismo pelas ruas de Paris. É uma opção a mais, a ser exercida nos dias de calor.</p>
<p>Se chover muito, porém, então fico em casa e uso as férias para ler sobre bicicletas, outra forma de conhecê-las e de comandá-las. Coincidentemente, os livros que guio são todos franceses, embora comentem a paixão generalizada de manter o equilíbrio sobre duas rodas.</p>
<p>Marc Augé acaba de publicar <em>Éloge de la bicyclette</em> (Payot &#038; Rivages, 88 páginas, 11 euros), pequeno manual de prosa poética no qual descobre o óbvio: não se pode falar de bicicleta sem falar de si mesmo e do corpo. A bicicleta impõe “uma nova autonomia” a quem apenas caminha, que se prolonga, como a natação, na memória mais íntima do sujeito – pois, uma vez ciclista, sempre ciclista.</p>
<p>Como se estivesse numa descida suave, gosto muito do trecho no qual Augé relaciona a bicicleta à escrita automática dos surrealistas, ao mesmo tempo em que, sem esbarrar na contradição, também reconhece que o passeio pode ser uma “meditação mais construída, mais elaborada e sistemática” através de lugares selecionados previamente com erudição. Ele sabe, como poucos, que o sonho do ciclista é se sentir na terra como o peixe dentro d&#8217;água.</p>
<p>Menos diletante, menos utópico – porém, muito intenso e muito informado – é o livro de Éric Fottorino, de título quase igual ao outro: <em>Petit éloge de la bicyclette</em> (Gallimard, 135 páginas, 2 euros). O autor em apreço vem a ser diretor do diário Le Monde, e equilibra ciclismo e jornalismo. Ele escreve que a bicicleta é “um jogo de criança que dura muito tempo” e, algo melancólico, confessa que a competição, para ele, relaciona-se com a necessidade de “retardar o instante do crepúsculo”. No centro de sua fascinação com o ciclismo está o Tour de France, a mítica disputa criada em 1903. As competições exibem proporções de um épico, com passagens pela vida, pela paixão e pela morte: a ciclovia transformada em via-crúcis. Nesse cenário tonitroante, assume o primeiro plano o belga Eddy Merckx, que ganhou 525 corridas, as mais variadas, ao longo de sua carreira. Tão fominha por vitórias que ganhou o apelido de Canibal. O ciclismo, esporte tão exigente quanto o boxe, atraiu escritores como Dino Buzzati, afinal convencido de que a disputa entre dois corredores tinha a mesma força da luta entre Aquiles e Heitor.</p>
<p>Exausto após a leitura sobre tantos heróis que ultrapassaram os Pirineus e as altitudes alpinas ao longo de mais de 3 mil quilômetros – entre quedas, traições e suspeitas de dopagem – volto a passear de bicicleta com os desenhos de Sempé em <em>Simple question d&#8217;équilibre</em> (1977). Ali está um mundo quase sempre solitário, a menos que a pessoa amada esteja na garupa ou na barra dianteira, próxima ao guidom. Um mundo sem tombos e sem palavras, no qual a pessoa apenas se desloca com prazer no espaço e no tempo. É assim mesmo que me sinto, como se fosse um outro: quando me vêem ou me apontam, apenas sinalizo que sigo em frente, um cara estável até prova em contrário. </p></blockquote>
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