Películas, esta praga

Que eu não gosto de películas nos vidros dos carros já está claro e evidente. Mas, normalmente, você é mais um de uma minoria. Aquela minoria que presa pela segurança, visibilidade, etc. A lei que regulamentou o uso é falha, fiscalização não há e o salve-se quem puder se instalou.

Mas eu fiquei muito contente quando li este artigo da Lígia Fascioni: Vida fumê. Olha só, um pequeno trecho do que ela escreveu:

… Vamos então analisar esse ponto: segurança de quem? Para o motorista que está atrás, a película é insegura, já que não se consegue enxergar através do carro – é como se um caminhão se postasse à sua frente. Para o motorista que está num cruzamento, saindo ou entrando de uma rua, a película também é um risco, pois ele não consegue ter certeza de que o motorista das trevas conseguiu vê-lo e ter ciência da manobra – o contato visual é totalmente perdido. O mesmo vale para pedestres que vão passar perto do carro ou atravessar a rua…

Dê uma passadinha por lá e leia o ótimo texto da Lígia. Vale a pena. Agora, se você é daqueles que adoram ver a vida nublada, então deixe pra lá!

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