Ensinar a pedalar é fácil?
Roubei este vídeo da Cenas a pedal. Mostra um pai dedicado ensinando o seu filho a dar as primeiras pedaladas. NÃO faça isto com o seu filho. Mesmo que de vontade!
Via: [Cenas a pedal].
Foto da semana
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Saí no jornal. E não é página policial!
Recebi do Stulzer email contando que saí na capa do jornal Página Um, de Castro. A reportagem conta o nosso pedal para Castro, pela estrada do Cerne, PR-090. E não é que é verdade?

A foto é do Rafael Gassner e mostra uma das muitas subidas que fizemos naquele percurso. A reportagem, no todo, pode ser lida no Transpirando: Estrada do Cerne Encanta Ciclistas. De uma passadinha lá e veja o belo texto da jornalista Patrícia.
Mecânicos!
Procure sempre um mecânico de confiança. Aluma coisa sempre pode dar errado!

Simulação: isto pode ser chamado de acidente?
Perícia paralela realizada mostra o acidente onde o ex-deputado de Carli matou dois jovens. As cenas são chocantes, apesar de serem apenas simulações, mas mostram como deve ter sido o choque entre os carros.
Foto da semana
Curitiba – Castro, estrada do Cerne
Finalmente saiu o tão falado pedal. O Rodrigo Stulzer havia me convidado, junto com o Du para um pedal dos blogs O², Transpirando e Pedaleiro. Seria a primeira vez que nós três nos encontraríamos, pois até então só havíamos mantido contato por email.
Claro que não seria um pedal no parque Barigui. O destino escolhido era Castro via a terrível e não menos bela estrada do Cerne.

Marcamos o primeiro encontro em frente ao teatro Guaíra, de onde saímos em cinco: Du, Fabrício, Rafael,Tiago e eu, em direção ao segundo ponto de encontro que ficava próximo à casa do Rodrigo, lá no São Brás. Cruzamos a Rua das Flores pedalando, aquela hora praticamente deserta, a não ser por alguns boêmios que voltavam para casa ou trabalhadores indo para o serviço. Linda, sobre a praça Osório, a lua se punha naquela madrugada fria e sem nuvens.
Logo chegamos ao parque Barigui, onde o termômetro marcava 3 °C, e anunciava o frio que estava por vir. Com a tropa reunida, todos se apresentando, juntamos os doze pedaleiros que iriam se divertir ao longo das próximas doze horas.

O frio estava de rachar, ficando os pés e mãos congelados. Também pudera, boa parte do trecho inicial, até a estrada do Cerne é descida. Agora imagine em um frio de lascar você descendo a 40 – 50 km/h! Nas margens da estrada havia geada, fraca, mas indicava o frio que estava fazendo. Por outro lado, a paisagem era de filme.

Logo começamos a descer mais fortemente, até chegar nos vales dos rios Açungui, Conceição e Ribeira, quase todos na cota de 550 m. Só para lembrar, Castro fica a 1040 m.
O bom do pedal foi reunir um bocado de gente que não se conhecia, cada um com uma atividade diferente, um esporte diferente e uma cabeça diferente. Ms todos se entenderam perfeitamente e, se houve algum atraso, era por que o papo estava muito bom. No total ficamos 4h45min jogando conversa fora.
O ritmo foi tranquilo, dada a quantidade de longas subidas, e por incrível que pareça, todos andaram bem próximos, sem a necessidade de espera, salvo o Marquito que teve o seu dia de azar com três pneus furados.

Chegando a Abapan, depois de muito subir, alcançamos os Campos Gerais, região bastante plana, na altitude de 1050 metros. Ali o ritmo aumentou bastante, já que apenas 30 km nos separavam de Castro, onde um belo banho, pais, esposas e namoradas nos esperavam. Além do frio começar a apertar novamente.

Finalmente, às 18;00, chegamos à praça do cinema velho, completamente sujos, com pó por todos os lados, cansados e com fome, mas principalmente, muito alegres e com uma tremenda paz de espírito. Fiquei pedalando pela praça até completar os 140 km. Depois corri para o abraço gostoso da Patrícia.

Outros relatos: Pedal fodax na estrada do Cerne e Sábado? Vou ali, até Castro! E de bicicleta….
E o vídeo produzido pelo Stulzer:
Será o início do fim?
O final de uma era se aproxima. Não de forma apocalíptica, como gostariam alguns, mas a partir do próprio veneno, as grandes indústrias (ou os car makers) lentamente sucumbem. Ganância, desprezo pelo ambiente, vendedores de ilusão, descansem em paz!

O Apocalipse Motorizado traduziu e postou o artigo escrito por Michael Moore, aquele, o polêmico, sobre o fim da gigante General Motors. Leia e reflita: Adeus, General Motors.
Ilustração retirada do Solda.






